A cosmovisão ateísta, diferente do modo que é apresentada, é uma projeção de inúmeros "achismos cientificos", usados como verdades ditas "cientificamente comprovadas" para justificar a cultura atual dos ateus "politicamente corretos". Essa cosmovisão, remove de suas mentes o peso de se estar em contínua trangressão contra Deus e os torna cada vez mais inertes a uma realidade que eles julgam ser fruto de contos de fadas.
Razão 1 - Não sou ateu, porque é necessário mais fé no Ateísmo do que no Teísmo
“E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme à nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra. E criou Deus o homem à sua imagem: à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou”.
Gênesis 1:26-27
Se podemos definir o ateísmo como a descrença na existência de deuses, então podemos presumir que um ateu tem "fé" na inexistência destes deuses, logo o ateu tem fé. Esse argumento por si só não favorece ao teísmo, mas desvincula o uso da palavra fé somente para os que crêem. Pois se confiamos em algo, manifestamos a fé neste mesmo algo, assim ninguém é desprovido de fé, pois fé é a confiança no que se não sabe.
Razão 2 - Não sou ateu, porque o ateísmo é um risco desnecessário e eterno
“Disse o tolo no seu coração: Não há Deus. Têm-se corrompido, fazem-se abomináveis em suas obras, não há ninguém que faça o bem.”.
Salmos 14:1
Blaise Pascal, matemático, físico, filósofo e escritor francês. Desenvolveu um raciocínio muito famoso chamado "A Aposta de Pascal". Ela trata de uma suposição reconhecendo a existência de apenas duas opções, o acreditar ou o não acreditar. De acordo com Pascal, cada escolha traria diferentes fins mediante a comprovação de uma das duas como verdade. Para aqueles que apostam em crer, uma vez que estejam errados, nada acontece, pois se não ná conciencia após a morte em nada poderá ser reclamado. Mas para aqueles que apostam em não crer, uma vez que estejam errados, perdem a eternidade. O que de certa forma faria a opção de crer, algo muito mais vantajoso.
Razão 3 - Não sou ateu, porque eu mesmo sou uma prova da existência de Deus
Razão 3 - Não sou ateu, porque eu mesmo sou uma prova da existência de Deus
“Todas as nações são como nada perante ele; ele considera-as menos do que nada, e como uma coisa vã. A quem, pois, fareis semelhante a Deus? Ou com que o comparareis?”.
Isaías 40:17-18
Você já parou para pensar sobre o potencial do seu cérebro. Quanta informação ele pode guardar? Se você transformar em bits toda informação que o seu cérebro pode armazenar, chegaria a cem bilhões de bits, o suficiente para encher vinte milhões de livros, todos dentro de sua cabeça. Se uma simples mensagem escrita ou desenho em pedras podem nos revelar uma causa inteligente por trás delas, então o que dizer de vinte milhões de livros em informação? A existência de vida em nosso planeta é uma mensagem clara que nos diz que somos frutos de um projeto extremamente complexo, que para tal se faz necessário um projetista.
Razão 4 - Não sou ateu, porque a nossa consciência moral está além de nós mesmos
“Os quais mostram a obra da lei escrita em seus corações, testificando juntamente a sua consciência, e os seus pensamentos, quer acusando-os, quer defendendo-os”.
Romanos 2:15
Como você sabe o que é o mal ou o que é bem? Pois com certeza não descobriu isso sozinho. Porque de que forma você saberia o que é o bem a não ser que esse bem existisse além de você mesmo? Essa pergunta se mostra de fato como uma boa suposição para a existência de Deus. Porque a existência do mal não prova a inexistência de Deus. Talvez prove que Satanás existe, mas não que Deus não exista.
Razão 5 - Não sou ateu, porque o Universo não é produto do acaso e sim de um Grande Projetista
“Os céus declaram a glória de Deus; o firmamento proclama a obra das suas mãos”.
Salmos 19:1
A Teoria da Relatividade Geral de Einstein, descobriu que o Universo não é um estado estático (eterno), ou seja, até ele teve um início. Porém, a Ciência diz que para todo efeito deve haver uma causa (Princípio da Causalidade), por isso a criação do Universo teria tido uma causa primeira. Uma causa lógica para a criação do Universo tem que ser necessariamente imune às três categorias dimensionais (tempo, espaço e matéria), pois elas vieram a ser criadas apenas no momento que marcou a existência do Universo. Podemos supor então que, apenas algo de natureza eterna, poderia ter sido a causa primeira, visto que o que é eterno, não precisaria ter sido criado ou ter tido uma causa anterior. Nesse ponto o Ateísmo desmorona, porque até então a comunidade científica acreditava que o Universo é que era eterno e não precisava segundo eles de um ato criador. Essa causa também refuta visões panteístas, pois alguns dizem que Deus é “Tudo” e isso não pode ser verdade, pois sabemos que se Deus existe ele deve ser infinito e “Tudo” engloba muitas coisas finitas. Da mesma forma que a crença em vários seres eternos, é ilógica, pois como algo que é eterno ou infinito pode terminar para que outra coisa eterna ou infinita comece? Einstein, ironicamente, eliminou todas as outras formas de cosmovisão, sobrando apenas a do Teísmo (Cristianismo, Judaísmo e Islamismo). Einstein não gostou dos resultados dos seus cálculos, sua teoria estava correta, isso significava que o Universo teve um início definido de todo o tempo, espaço e matéria.
Outras leis também corroboram para o argumento, a Primeira Lei da Termodinâmica, afirma que a quantidade de energia no universo é constante. Porém, a Segunda Lei da Termodinâmica afirma que o Universo está ficando sem energia. Portanto, se o Universo tivesse uma quantia finita de energia, como ele estaria ativo hoje se tivesse sido criado há um tempo infinitamente distante? Apesar de todas essas evidências, muitos cientistas ainda não estavam satisfeitos, em 1989, a NASA lançou um satélite chamado “COBE”, que foi capaz de ver as oscilações da radiação espacial. Quando George Smoot, líder do projeto, anunciou as descobertas, sua chocante comparação foi citada em jornais do mundo inteiro. Ele disse: “Se você é religioso, então é como estar olhando para Deus”. Michael Turner, astrofísico da Universidade de Chicago, afirmou que “a evidência dessa descoberta não pode ser desprezada, eis o Santo Graal da cosmologia”. Stephen Hawking também concordou e chamou as descobertas de “as mais importantes descobertas do século, senão de todos os tempos”. Os cientistas ficaram maravilhados diante da precisão das ondulações da radiação, pois mostravam que a explosão e a expansão do Universo foram “precisamente” calculadas de modo não apenas a fazer a matéria se reunir em galáxias, mas também a ponto de não fazer o próprio Universo desmoronar sobre si mesmo! Qualquer variação para um lado ou para o outro e nenhum de nós estaria aqui para contar esta história. A exatidão das oscilações é tão suprema que Smoot as chamou de “marcas mecânicas da criação do Universo” e “impressões digitais do Criador”. Agora você pode entender por que tantos cientistas são tão eloqüentes na descrição de sua descoberta e isso foi tão grandioso e tão preciso que provocou um “Big Bang” entre os cientistas!
Razão 6 - Não sou ateu, porque sem Deus a vida perde o valor e se transforma em puro fatalismo
“Antes que os montes nascessem, ou que tu formasses a terra e o mundo, sim, de eternidade a eternidade, tu és Deus. Tu reduzes o homem à destruição, e dizes: Volvei, filhos dos homens, porque mil anos são, aos teus olhos, como o dia de ontem que passou, e como a vigília da noite. Tu os levas como corrente de água: são como um sono: são como a erva que cresce de madrugada. De madrugada cresce e floresce; à tarde corta-se e seca. Pois somos consumidos pela tua ira, e pelo teu furor somos angustiados. Diante de ti puseste as nossas iniquidades, os nossos pecados ocultos à luz do teu rosto. Pois todos os nossos dias vão passando na tua indignação; acabam-se os nossos anos como um conto ligeiro”.
Salmos 90:2-9
Se Deus não existe, então concluímos que a vida é sem sentido e estamos, não só nós, mas também o universo, destinados a morte eterna. Sem Deus as nossas vidas, obras, pensamentos e tudo o mais são meros lampejos de luz numa vasta e infinita escuridão. A verdade é que se Deus existe, então deve haver um propósito maior. Se existe um verdadeiro propósito para sua vida, então existe uma maneira certa e uma maneira errada de viver e tais escolhas nos afetam aqui e na eternidade. Porém, se Deus não existe, então concluímos que a vida de alguém não significa absolutamente nada, pois uma vez que não existe um propósito duradouro para a vida, não existe uma maneira certa ou errada de viver. Não importa de que modo se vive ou naquilo em que se acredite, não importa se vivi como Adolf Hitler ou como Madre Tereza de Calcutá, pois o destino de todos é o nada.
Nessas seis razões, Thiago conseguiu refutar a maioria dos argumentos ateístas, e ainda sobrou contestação para o politeísmo. Se em poucas palavras você precisar responder a um crítico da fé cristã, eis aqui um ótimo artigo!
ResponderExcluirEle também mencionou a Aposta de Pascal. Resumindo, é mais ou menos assim:
"Como alguém que escolhe ser cristão pode perder? Se, ao morrer, constatar que Deus não existe e sua fé foi em vão, não perdeu nada - pelo contrário, viveu uma vida com mais percepção de sentido e esperança do que um descrente. Se, no entanto, há um Deus e um céu e um inferno, então ganhou o céu, ao passo que um descrente perdeu tudo." (site freewebs)
Na wikipédia, encontramos de forma mais objetiva:
* Se você acredita em Deus e nas Escrituras e estiver certo, será beneficiado com a ida ao paraíso.
* Se você acredita em Deus e nas Escrituras e estiver errado, não terá perdido nada.
* Se você não acredita em Deus e nas Escrituras e estiver certo, não terá perdido nada.
* Se você não acredita em Deus e nas Escrituras e estiver errado, você irá para o fogo eterno.
Abraços,
Filipe